As URLs geradas automaticamente pelo Voyant podem conter redundâncias e até partes dispensáveis, algo como um lixinho, que a função chamada lê e acaba limpando ou ignorando por conta própria. Voltando à URL que vimos nos Primeiros Passos, ela contém redundâncias até bem visíveis. Voltemos a elas:

O endereço-base do Voyant é sempre indispensável. Mas, como a figura deixa claro, estamos usando duas vezes o nome da função chamada ("tool/Cirrus" e "view=Cirrus", o mesmo acontecendo se trocarmos "Cirrus" por "Summary"). Na realidade, há apenas três informações indispensáveis:
- Que estamos usando o Voyant (endereço-base);
- Que o identificador do corpus é fb27886554e534456cdc8add248f06d0; e
- Que o que queremos ver é a função "Cirrus", ou a "Summary" (view="Cirrus" ou view="Summary").
Há uma forma limpa e clara de chamar o resultado que queremos, usando só a informação relevante. Para o caso de invocação da "Cirrus" (nuvem de palavras), a URL é:
https://voyant-tools.org/?corpus=fb27886554e534456cdc8add248f06d0&view=Cirrus
E para o caso de invocação da "Summary," a URL limpa e clara é:
https://voyant-tools.org/?corpus=fb27886554e534456cdc8add248f06d0&view=Summary
Agora é sua vez: o Voyant tem várias outras ferramentas. Uma delas, chamada Trends, produz a visualização da distribuição de frequência de termos (pré)selecionados ao longo do texto inteiro. Tente "comandar" esta visualização, editando uma das URLs acima e veja se consegue um resultado interessante.



